Not all the results of fundamental science studies generate technologies, but absolutely all modern technologies are grounded on fundamental science studies
O que vc pode achar aqui..
Sistema Solar passou por uma nuvem fria interestelar que teria provocado era do gelo, diz estudo
O que sabemos sobre o universo????(2022)
José Tadeu Arantes | Agência FAPESP – A matéria que conhecemos, ou acreditamos conhecer, corresponde a apenas 5% do conteúdo do Universo observável. Do restante, 25% são constituídos por matéria escura, sobre a qual não sabemos quase nada; e 70% por energia escura, sobre a qual sabemos menos ainda.
Toda a ciência convencional, feita desde a Antiguidade até poucas décadas atrás, enfocou os 5%. E conseguiu resultados notáveis, tanto no entendimento da realidade material, por meio das ciências fundamentais, quanto em sua transformação, por meio das aplicações tecnológicas. Uma quantidade sem precedentes de megaprojetos científicos nos campos da astronomia e da astrofísica está na agenda agora, para levar adiante a investigação dos 5% e incursionar, na medida do possível, nos outros 95%.
Este foi, em resumo, o tom da 14ª Conferência FAPESP 60 Anos, que enfocou o tema “Astronomia e Astrofísica”. Participaram do evento Brian Schmidt, vice-reitor da Australian National University (ANU) e vencedor do Nobel de Física em 2011 pela descoberta da energia escura; Angela Olinto, reitora da Divisão de Ciências Físicas da University of Chicago, nos Estados Unidos; e Rob Adam, diretor do South African Radio Astronomy Observatory (SARAO), que lidera a participação do país no Square Kilometer Array Observatory (SKAO), o maior radiotelescópio do mundo.
Schmidt fez uma exposição muito didática e empolgante sobre os avanços mais recentes da astronomia e da astrofísica, destacando as observações que liderou em 1994 e que levaram à descoberta da energia escura, motivo de sua indicação para o Nobel. Olinto tratou das várias linhas de observação astronômica e astrofísica realizadas atualmente, em especial da prospecção de astropartículas de altíssimas energias, seu campo de atuação. E Adam falou principalmente dos desafios e oportunidades de fazer ciência de primeira linha em um país em desenvolvimento.
O evento foi aberto por Ronaldo Aloise Pilli, vice-presidente da FAPESP. E moderado por Beatriz Barbuy, professora titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP).
“Em 2022, o que sabemos sobre o Universo?”: Schmidt iniciou com esta pergunta sua palestra. E resumiu: “Sabemos que está se expandindo. Que tem de 13 a 14 bilhões de anos de idade. Que é composto principalmente por três coisas: energia escura [70%], matéria escura [25%] e matéria comum [5%]. E que está muito próximo daquilo que descrevemos como geometricamente plano”.
É bom que se diga logo que esta última expressão – “geometricamente plano” – não tem nada a ver com as fantasias pseudocientíficas sobre a “Terra plana”, que foram desenterradas nos últimos anos. Ela quer dizer que o Universo quadrimensional pode ser descrito, em larga escala, por meio de uma generalização da geometria euclidiana, na qual os ângulos internos de qualquer triângulo somam 180 graus, nem menos nem mais.
“Como sabemos isso?”: seguiu Schmidt, com outra pergunta. E contou uma breve história da astronomia recente, dizendo como as distâncias dos objetos astronômicos foram calculadas por meio da intensidade da luz que nos chega deles. E que conseguimos saber que estão se afastando de nós porque os comprimentos de onda da luz que emitem se alongam, desviando-se para o vermelho (redshift).
“Edwin Hubble [1889-1953] colocou tudo isso junto em 1929, relacionando as distâncias e os redshifts, e descobriu que, quanto maior a distância, maior o desvio para o vermelho. Portanto, maior a velocidade de afastamento da galáxia”, disse. A conclusão de Hubble foi que o Universo como um todo estava em expansão.
A descoberta de Hubble foi um ingrediente fundamental para a teoria do Big Bang. Porque, se tudo está se afastando, é possível inverter mentalmente o processo e imaginar um momento em que tudo estava extremamente próximo.
“O que foi o Big Bang? Honestamente, eu não sei. Sei apenas que, entre 13 e 14 bilhões de anos atrás, algo aconteceu que pôs o Universo em movimento”, afirmou Schmidt. E acrescentou que a coisa mais distante que podemos ver, portanto a mais antiga, é a radiação cósmica de fundo, uma radiação produzida tempos depois do Big Bang, quando o Universo, ainda bastante jovem, tinha entre 300 mil e 400 mil anos de idade, e que atualmente chega à Terra de todas as direções do céu.
“Essa radiação vem do fato de que, em tal época, o céu inteiro tinha uma temperatura de 3 mil graus [kelvin] e brilhava como o Sol brilha. Então, desde essa época, tal luz viajou pelo espaço e pode ser medida agora no planeta Terra [na forma de micro-ondas].”
Em sua pesquisa de doutorado, realizada na Harvard University (Estados Unidos), sob a orientação de Robert Kirshner, Schmidt trabalhou com dados observacionais de estrelas supernovas de tipo II para medir o valor da constante de Hubble, que relaciona as velocidades de afastamento das galáxias com suas distâncias em relação à Terra. E chegou ao valor de 70 quilômetros por segundo por megaparsec. Isso significa que, a cada megaparsec de distância da Terra, a velocidade de afastamento das galáxias aumenta em 70 quilômetros por segundo. Com base nesse valor, ele pôde estimar a idade do Universo em cerca de 14 bilhões de anos.
Pouco tempo depois, em 1994, as supernovas, desta vez as de tipo Ia, lhe dariam as informações necessárias para sua maior descoberta. Ao contrário do que toda a comunidade de astrônomos acreditava então, de que a atração gravitacional entre os componentes do Universo estaria freando a sua expansão, observações de supernovas Ia realizadas por seu grupo no Observatório de Cerro Tololo, no Chile, confirmadas em seguida por observações feitas nos telescópios Keck, no Havaí, mostraram que o Universo estava se expandido com velocidades cada vez maiores. “Foi uma completa surpresa”, afirmou Schmidt.
Se a velocidade de afastamento das galáxias estava sendo positivamente acelerada e não retardada, era preciso haver alguma coisa, maior do que a atração gravitacional, empurrando essas galáxias para longe umas das outras. E isso levou ao resgate da hipótese da “constante cosmológica”, proposta e depois descartada por Albert Einstein (1879-1955).
Seja chamada de “constante cosmológica” ou de “energia escura”, o fato é que ninguém sabe o que essa coisa é. E o não saber é um formidável motor para o desenvolvimento da ciência. Para transformar o não saber em saber, está em operação ou em construção um extraordinário conjunto de equipamentos, como mostrou Angela Olinto na segunda parte da conferência.
Iniciando sua apresentação com a espetacular imagem do Universo profundo produzida pelo telescópio espacial James Webb, Olinto falou de vários outros projetos em andamento.
“O James Webb é um projeto que levou mais de 20 anos para ter resultado. É um grande sucesso, que nos deixa muito felizes. A parceria da FAPESP, no Brasil, com a Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, o Brian, na Austrália, e outros é para construir o Giant Magellan Telescope [GMT], que vai representar uma nova geração de telescópios no solo. O James Webb tem uma tecnologia de 20 anos atrás, porque não se mudam os detectores depois de passar 20 anos testando. No solo, como nossa capacidade é muito maior, poderemos ter um telescópio com espelho coletor de mais de 25 metros de diâmetro, em comparação com o espelho de seis metros do James Webb”, sublinhou.
A exemplo do GMT, como detalhou a pesquisadora, há equipamentos já operando ou que deverão operar logo em todas as faixas do espectro eletromagnético: rádio, micro-ondas, infravermelho, luz visível, ultravioleta, raios X e raios gama. Há gigantescos aparatos para a observação de ondas gravitacionais, como Ligo, Virgo, Kagra e outros. E há também grandes dispositivos ou projetos destinados à prospecção de astropartículas altamente energéticas, como o Pierre Auger Observatory, no Chile.
Essas astropartículas são núcleos de átomos ou elétrons que, ao interagirem com a atmosfera terrestre, produzem chuveiros de partículas. “Os de alta energia são produzidos por supernovas. Os de altíssima energia, que constituem meu objeto de interesse, a gente ainda não sabe. É isso que estamos tentando descobrir. Há raios cósmicos com energias da ordem de 1020 elétrons-volts (eV), muito maiores do que aquelas que podem ser obtidas na Terra em aceleradores como o Large Hadron Collider (LHC). E que, por isso mesmo, podem nos informar sobre etapas ainda mais antigas da formação do Universo”, enfatizou Olinto.
Outro grande objeto de interesse são os neutrinos, que constituem, inclusive, os candidatos mais simples para a composição da matéria escura. Para sua detecção, além de megaempreendimentos, como a colaboração internacional Deep Underground Neutrino Experiment (Dune), Olinto mencionou o IceCube Neutrino Observatory, na Antártica, com tanque detector constituído por um quilômetro cúbico de gelo.
A pergunta política do evento, detalhadamente respondida pelo terceiro palestrante, Rob Adam, é se um país em desenvolvimento e, portanto, com recursos limitados, deve se engajar nesse tipo de empreendimento. Sua instituição, com ele à frente, tem papel destacado na colaboração internacional Square Kilometer Array Observatory (SKAO).
Trata-se de um impressionante conjunto de antenas que comporão o radiotelescópio mais extenso do mundo e permitirão aos astrônomos rastrear todo o céu, com detalhes sem precedentes, na frequência rádio. O aparato, 50 vezes mais potente do que qualquer outro de seu gênero, será composto por centenas, eventualmente milhares, de antenas de média frequência, a serem instaladas na África do Sul. E por centenas de milhares, eventualmente mais de um milhão, de antenas de baixa frequência, a serem instaladas na Austrália.
Adam situou a iniciativa no contexto do processo histórico e econômico da África do Sul. E destacou que, apesar das dificuldades, ter um projeto desse porte sediado no próprio país é um enorme incentivo para o desenvolvimento da indústria local e para a produção de ciência e tecnologia nas universidades. “Trazer os cientistas e engenheiros mais criativos e respeitados cria um ambiente muito estimulante para os pesquisadores locais e estudantes”, pontuou.
Quanto ao argumento, sempre levantado de que os países em desenvolvimento deveriam se concentrar em fazer ciência que produza resultados socioeconômicos imediatos, o pesquisador afirmou que, embora não haja nada de errado em enfatizar uma ciência capaz de atender mais diretamente as necessidades de alimentação, saúde e energia da população, os cidadãos mais capacitados para enfrentar esses problemas são exatamente aqueles cooptados pelos grandes projetos globais.
“Se esses grandes projetos se localizarem apenas nos países desenvolvidos, os países em desenvolvimento nunca farão progressos significativos em ciência e tecnologia de primeira linha, devido à drenagem dos melhores estudantes e pesquisadores”, argumentou.
Como disse o vice-presidente da FAPESP na abertura da conferência, “todos nós já nos deparamos em algum momento de nossas vidas perplexos com a grandiosidade do céu que nos acolhe”. A pesquisa avançada em astronomia e astrofísica não nos priva da perplexidade. Ao contrário, eleva-a a um patamar ainda mais alto.
A 14ª Conferência FAPESP 60 Anos: Astronomia e Astrofísica pode ser assistida na íntegra em: www.youtube.com/watch?v=WNapRhYeVM8&t=5718s.
O eventos anteriores da série podem ser conferidos em: 60anos.fapesp.br/conferencias.
Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.
la NASA logra captar los volcanes de hielo de una luna de Júpiter
La Agencia Espacial de EEUU tomó varias imágenes nítidas de los llamados criovolcanes ubicados en Europa, la sexta luna de Júpiter, según el sitio web de la entidad.
fonte
Albert Einstein-Documentario(portugues)
ps. Depois da teoria de relatividade geral, se dedicou ate o final do seus dias para criar uma teoria de unificação: teoria de gravidade + teoria eletrogmagnética, que hoje em dias chamamos de teorias tipo Kaluza-Klein, não consegiu. A teoria de unificação das 4 interações fundamentais (gravidade+eletromagnetismo+interação nuclear forte+ interação nuclear fraca) so apareceria nos anos 1970, com o nacimento da teoria de cordas. Hoje em dias tem outra teoria alternativa a teoria de cordas, a chamada Loop quantum gravity, algo assim como teoria de laços da gravidade, esta última propoe que o tempo seja discreto, o espaço tempo seja discreto, algo totalmente novo.
Planetas habitáveis na constelação de cisne e de lira
Ambos os corpos celestes estão situados na parte central da “cintura da vida” na órbita de Kepler-62, o que os faz candidatos mais prováveis a serem habitados.
Na foto 1: comparação das maquetas dos planetas na “cintura da vida”. Da direita para esquerda: Kepler-22b, Kepler-69c, Kepler-62e, Kepler-62f e a Terra.
Na foto 2,3: comparação entre os planetas do Sistema Solar e o Kepler-69, sistema constituído por dois planetas e situado na constelação de Cisne. A “zona habitada” está marcada a verde.
fonte : A voz da Russia
planetas errantes en nuestra galaxia
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Los hallazgos de los últimos tiempos indican que las estrellas con planetas a su alrededor son muy comunes, hasta el punto de que una extrapolación a partir del número descubierto por el Telescopio Espacial Kepler indicó que podría haber 50.000 millones de planetas en nuestra galaxia. Ahora, además, a la población de planetas en órbita a estrellas hay que añadirle otra más inesperada e igualmente numerosa: la de planetas "errantes", "nómadas" o "huérfanos", que no giran en torno a ninguna estrella sino que describen trayectorias más o menos constantes en torno al centro de la galaxia, como hacen las estrellas.
Estos planetas "independientes" han sido un tema tocado por la ciencia-ficción, y algunas teorías científicas han contemplado su existencia, pero sólo en los últimos tiempos ésta ha dejado de ser una mera especulación para convertirse en un hecho cada vez más aceptado como común. Por otra parte, aún sin recibir calor de una estrella cercana, un planeta con las características apropiadas podría poseer, aunque fuese en estratos internos, la temperatura adecuada y las otras condiciones necesarias para la existencia de formas de vida microbiana. Esta posibilidad se veía como una mera anécdota cuando se creía que los planetas sin estrella eran una rareza. Ahora, asumiendo que hay en la galaxia una cantidad extraordinaria de ellos, las probabilidades de que existan algunos con vida han aumentado también de manera notable.
Podría haber nada menos que 100.000 veces más planetas errantes en la Vía Láctea que estrellas en la etapa principal de su vida, según los resultados de un nuevo estudio realizado por especialistas del Instituto Kavli para la Astrofísica de Partículas y la Cosmología (KIPAC), en Estados Unidos, un instituto conjunto de la Universidad de Stanford y el Laboratorio del Acelerador Nacional SLAC.
Si las observaciones confirman la estimación hecha por el equipo de Louis Strigari y Roger Blandford, la abundancia de esta clase de cuerpos celestes obligaría a revisar las teorías actuales sobre la formación de planetas, y podría cambiar la perspectiva que se tiene sobre el origen y la abundancia de la vida en el universo.
Los rastreos del cosmos efectuados en las dos últimas décadas han permitido identificar más de 500 planetas fuera de nuestro sistema solar, casi todos ellos en órbita a estrellas. El año pasado, se detectó una docena de planetas errantes. El hallazgo, combinado con un análisis estadístico, llevó a la conclusión de que, en nuestra galaxia, por cada estrella en la etapa principal de su vida existen aproximadamente dos planetas errantes. El nuevo estudio ha llevado a la conclusión de que los planetas errantes podrían ser hasta 50.000 veces más abundantes que lo calculado en esa estimación previa.
Cómo y dónde tales planetas se forman es todavía un misterio. Resulta previsible que bastantes se formen en torno a estrellas y que luego se vean expulsados de su sistema solar por culpa de interacciones gravitatorias con otros astros que perturben su órbita. Pero otros probablemente se forman sin tener cerca a ninguna estrella.
En la investigación también han trabajado Matteo Barnabe del KIPAC y Philip Marshall de la Universidad de Oxford en el Reino Unido.
planetas com mayor probabilidad de ser habitables...(veja video de animacion)
Utilizando o caçador de exoplanetas HARPS do ESO, uma equipe de astrônomos anunciou hoje uma rica colheita de mais de 50 novos exoplanetas, incluindo 16 super-Terras, uma das quais orbita no limite da zona de habitabilidade da sua estrela. Estudando as propriedades de todos os planetas HARPS encontrados até agora, a equipe descobriu que cerca de 40% das estrelas semelhantes ao Sol possuem pelo menos um planeta mais leve que Saturno.
O espectrógrafo HARPS montado no telescópio de 3.6 metros instalado no Observatório de La Silla do ESO, no Chile, é o descobridor de planetas mais bem sucedido de todo o mundo [1]. A equipe HARPS, liderada por Michel Mayor (Universidade de Genebra, Suíça), anunciou hoje a descoberta de mais de 50 novos exoplanetas que orbitam estrelas próximas, incluindo dezasseis super-Terras [2]. Este é o maior número de planetas deste tipo anunciado de uma só vez [3]. As novas descobertas foram anunciadas num congresso científico internacional sobre Sistemas Solares Extremos, que juntou 350 especialistas de exoplanetas no Wyoming, EUA.
“A colheita de descobertas obtida pelo HARPS excedeu todas as expectativas e inclui uma população excepcionalmente rica em planetas do tipo super-Terra e do tipo de Netuno, que orbitam estrelas muito semelhantes ao nosso Sol. Mais ainda - os novos resultados mostram que a taxa de descobertas está aumentando,” diz Mayor.
Nos últimos oito anos, desde que começou a observar estrelas do tipo do Sol utilizando o método das velocidades radiais, o HARPS foi usado para descobrir mais de 150 novos planetas. Cerca de dois terços de todos os exoplanetas conhecidos com massas menores que Netuno [4] foram descobertos pelo HARPS. Estes resultados excepcionais são o fruto de várias centenas de noites de observação do HARPS [5].
“Nos próximos dez a vinte anos deveremos ter uma primeira lista de planetas potencialmente habitáveis na vizinhança do Sol. Uma tal lista torna-se essencial antes que experiências futuras possam procurar possíveis assinaturas de vida nas atmosferas dos exoplanetas, através de espectroscopia,” conclui Michel Mayor, que descobriu em 1995 o primeiro exoplaneta em torno de uma estrela normal.
Notas
[1] O HARPS mede a velocidade radial de uma estrela com extraordinária precisão. Um planeta em órbita de uma estrela origina um movimento regular da estrela para a frente e para trás relativamente a um observador distante na Terra. Devido ao efeito Doppler, esta variação de velocidade radial induz um desvio no espectro da estrela na direção dos maiores comprimentos de onda à medida que se afasta (chamado desvio para o vermelho) e um desvio para o azul (na direção dos comprimentos de onda menores) à medida que se aproxima. Este pequeno desvio no espectro da estrela pode ser medido por um espectrógrafo de alta precisão, tal como o HARPS e usado para inferir a presença de um planeta.
[2] Planetas com massas entre uma e dez vezes a da Terra são chamados super-Terras. Não existem planetas deste tipo no nosso Sistema Solar, mas parecem ser muito comuns em torno de outras estrelas. Descobertas de tais planetas em zonas de habitabilidade em torno das suas estrelas são muito interessantes porque - se os planetas forem rochosos e tiverem água, como a Terra - podem ser potenciais locais de vida.
[3] Atualmente o número de exoplanetas encontra-se próximo de 600. Para além dos exoplanetas descobertos através do método das velocidades radiais, mais de 1200 candidatos a exoplanetas foram encontrados pela missão Kepler da NASA, utilizando um método alternativo - procura-se a pequena diminuição de brilho de uma estrela quando um planeta passa em frente desta (trânsito) e bloqueia parte da radiação. A maioria dos planetas descobertos pelo método de trânsito encontram-se muito distantes de nós. Em contrapartida, os planetas descobertos pelo HARPS situam-se em torno de estrelas próximas do Sol. Este fato torna-os melhores alvos para observações posteriores, feitas para muitos tipos de estudos adicionais.
[4] Netuno tem cerca de dezessete vezes mais massa que a Terra.
[5] Este enorme programa de observação é liderado por Stéphane Udry (Observatório de Genebra, Suíça).
fotos da ESO
A relatividad general pasa mas un examen

Los científicos utilizaron el radiotelescopio GBT para hacer un estudio de cuatro años sobre un sistema binario de estrellas diferente de cualquier otro en el universo conocido. El sistema es un par de estrellas de neutrones, que se detectan como púlsares por emitir un haz de ondas de radio como si fueran faros.
De los casi 1.700 púlsares conocidos, éste es el único caso en donde hay dos púlsares en órbita uno alrededor del otro. Además, el plano orbital de las estrellas está alineado casi perfectamente con la línea de visión desde la Tierra, de modo que periódicamente una pasa por detrás de la región de gas ionizado en forma de anillo que rodea a la otra, lo cual eclipsa la señal de ese púlsar que cruza por detrás. "Esos eclipses son la clave para hacer mediciones que nunca antes se habían podido hacer", recalca Rene Breton, uno de los investigadores
La teoría de Einstein de 1915 predijo que, en un sistema cerrado de dos objetos muy masivos, tales como estrellas de neutrones, el tirón gravitatorio que ejerce un objeto, junto con el efecto de su giro alrededor de su eje, debe causar un bamboleo del eje de giro del otro. Los estudios sobre otros púlsares en sistemas binarios (donde el otro astro no era un púlsar) habían indicado que tal bamboleo existe, pero no se pudieron hacer mediciones precisas de su amplitud.
Los eclipses permitieron que los astrónomos fijaran la geometría del sistema de púlsar doble y pudieran seguir los cambios en la orientación del eje de giro de uno de ellos. A medida que el eje de giro de un púlsar se movía lentamente, el patrón de las obstrucciones de la señal del que pasaba por detrás de él también cambiaba. La señal del púlsar que está detrás es absorbida por el gas ionizado en la magnetosfera del otro.
El par de púlsares estudiados con el GBT está a unos 1.700 años luz de la Tierra. La distancia media entre ellos es de sólo del doble de la distancia entre la Tierra y la Luna. Cada uno completa una vuelta alrededor del centro común de gravedad en menos de dos horas y media.
fuente:
El Hubble descubre una tercera mancha roja en Júpiter

Parece que a Júpiter le salen más manchas; una tercera tormenta roja se ha unido a la Gran Mancha Roja y la Pequeña Mancha Roja (u Óvalo BA) en la turbulenta atmósfera del planeta. Esta tercera mancha era una tormenta blanca, y el cambio hacia el color rojo podría significar que la tormenta se está haciendo más intensa. Los astrónomos piensan que estas nuevas imágenes captadas por los telescopios Hubble y Keck podrían mostrar que Júpiter está sufriendo un gran cambio climático, como se predijo hace cuatro años.
"Uno de los cambios más notables que observamos en las imágenes de ambos telescopios, el Hubble y el Keck, es la variación de la zona de alrededor de la Gran Mancha Roja, sosegada e inactiva hace un año, y ahora increíblemente turbulenta a ambos lados de la mancha", dijo Imke de Pater de la Universidad de California en Berkeley. "Durante todas las observaciones previas con el HST (Telescopio Espacial Hubble) y los acercamientos con naves, empezando por la Voyager en 1979, sólo se habían visto turbulencias como esas en el lado oeste o izquierdo de la mancha".
La Gran Mancha Roja lleva existiendo de 200 a 350 años, según las primeras observaciones con telescopio. Si la nueva mancha roja y la Gran Mancha Roja siguen su camino, se encontrarán en agosto. Los astrónomos estarán muy atentos a si el pequeño óvalo es absorbido o repelido por la Gran Macha Roja. La Pequeña Mancha Roja, que se encuentra entre las otras dos manchas, y a una latitud inferior, sobrepasará a la Gran Mancha Roja en junio.
La Gran Mancha Roja es una tormenta anticiclónica persistente cuya nube más alta se encuentra a 8 kilómetros de la parte inferior de la tormenta. La nueva mancha es mucho menor que las otras dos y se encuentra al oeste de la Gran Mancha Roja, en el mismo rango de latitud de las nubes.
Traducido para Astroseti por Claudia Rodríguez Ruiz
nuevo planeta com mas chances de ser habitable

Fotos actuales del planeta azul




video de la tierra, e imagenes increibles, del planeta tierra, visto por el satelite artificial lunar japones KAGUYA.
Buraco negro com 15 veces massa do sol !!



Foi detectado un buraco preto de 15 veces a massa do sol na galaxia catalogada como M33, ella esta acompanhada por outra estrela massiva, 70 veces a massa do sol; formando eles um sistema binario. Detalle, a estrela massiva é que gira ao redor do buraco negro. la primeira imagen é o buraco negro sem eclipse, a segunda imagen e considerando o eclipse pela estrela massiva girando ao redor dela, estudando este eclipse foi determinada a massa do buraco negro.
Animação aqui.
Mais informações aqui
50 anos da conquista do espaço



50 anos do primeiro lanzamento do primeiro satelite artificial stupnik-1 na antiga uniao sovietica. O lançamento do Sputnik-1, em 4 de outubro de 1957, pela União Soviética, surpreendeu o mundo, incitando os Estados Unidos a fundarem a Nasa e se lançarem na corrida espacial da Guerra Fria. Algums afirman que este evento fantastico da forza e imaginação humana do este europeu foi como um pearl harvor tecnologico ao estado norteamericano, que somente se superariam apos a conversão do estado sovietico no que hoje é um estado nos moldes capitalistas e ditatoriais tanto quanto o imperio americano. È bom lembrar que a navegação espacial e militar norteamericana so foi possivel pela colaboração dos nazistas como o pai das bombas voadoras (que deixaram a londres em panico) Wernher von Braun.
È assim que os estados unidos recolheou a muitos cientistas alemaes para proveito seu, posto que a união sovietica estaba se fortalezendo politica e cientificamente.
Nesta pagina tem um pouco do pai da astronomia mundial e sovietica
Um buraco em nosso universo

Astrónomos encontraram um buraco gigante de mil milhoes de anos luz de extensão, aparentemente nao contendo material usual, isto é: estrelas, poeira, materia oscura. Eles descobriram este buraco estudando o espectro visivel no fundo cosmico de micro-ondas (radiação termica do universo proveniente do big bang inicial do universo).
Mais imformação aqui.
Detectan una estrella viajando a grande velocidad




Astronomos detectaron a una estrella viajando como si fuese un cometa a una velocidad aproximada de 130km/s. La estrella se llama MIRA, y el tamaño total desde la cabeza hasta la cola es mas o menos 13 años-luz, es decir la luz consigue recorrer toda la extensión de la "estrella-cometa" en 13 años, esto es increible!!. Mira es una vieja estrella, una gigante roja que está perdiendo grandes cantidades de materia desparramando carbono, oxígeno y otros importantes elementos que formarán a nuevas estrellas.
Mas detalles aqui (en castellano).
Y aqui 3 videos de animación. (clike en en primer video)
El sonido del universo
Sonidos de Nebulosas (864kb):Mezcla de sonidos de diferentes nebulosas
La orquesta celestial explicada (1.6Mb): El autor muestra cómo los diferentes instrumentos de la orquesta celestial (los distitos elementos químicos) fabrican el sonido de una nebulosa, la Nebulosa Eskimo NGC2392
Nebulosa Planetaria:Película y sonidos (1mb): Una película Quicktime combinando imágenes de cinco nebulosas planetarias (tomadas con el Hubble) con los sonidos detectados.
La canción del cometa (664kb): Escucha a un cometa acercándose al Sol. El sonido es debido a las moléculas, saliendo de la superficie del cometa por el calor del Sol.
La vida de nuestro Sol (1mb): La vida completa de una estrella como nuestro Sol, comprimida en dos minutos.
fuente : noticias del cosmos
sonido del big bang
fonte : the sound of big bang
colisión de galaxias, astronomia


Astronomos consiguieron detectar una violenta colisión de 4 galaxias ( cada una de ellas con una enorme cantidad de estrellas como el sol); este evento esta sucediendo actualmente y fue descubierto por casualidad. El fenómeno sucede en un cúmulo galáctico distante, llamado CL0958+4702, localizado a unos 5 mil millones de años luz
Primeras imágenes de Altair : una de las estrellas más proxima al sol



Estrella Altair, a tan solamente a 15 años luz de la tierra.
video animación de la rotacion de la estrella altair, ella gira rapidamente a 300km/s en el extremo ecuatorial.













